Jovem assembleiano é destaque no Programa Raul Gil

Por Anderson Penha

Ele tem apenas 12 anos, mora em Sorocaba (SP) e frequenta a Igreja Evangélica Assembleia de Deus na Vila Angélica, liderada pelo pastor Abiu Carriel.  Filho de Edna e Antônio Holanda, ele é o caçula de três irmãos e está cursando a sétima série.
Como ele mesmo diz em seu Twitter, “um adorador de pequena estatura, mas com essência”. E isso foi constatado por milhares de pessoas na apresentação de José Antônio, ou Jotta A, nas tardes dos dois últimos sábados (13 e 20), no quadro Jovens Talentos Kids, do programa Raul Gil (SBT).
A apresentação de Jotta A foi marcante não só para a plateia, que aplaudiu de pé, mas também para os jurados que ficaram emocionados. No primeiro dia, a cantora e jurada Negra Li não escondeu o choro e a emoção ao falar do pequeno adorador.
Ao interpretar Agnus Dei, uma das mais conhecidas músicas evangélicas em todo o mundo, Jotta A foi o grande destaque do programa e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais entre os evangélicos e pessoas que foram tocadas pela apresentação do menino. Já no dia 20, Jotta A interpretou outro clássico -  Happy Day. E a reação do auditório, dos jurados e dos músicos também não poderia ser diferente. Mais uma vez, ele foi aplaudido de pé.
De lá pra cá, a rotina de Jotta A mudou completamente. Ele conta que na escola o assédio tem sido muito grande por parte dos professores e colegas. “Os professores me tratam como um bebê e todos os colegas ficam querendo saber como é participar do programa”. A irmã mais velha, Lanna, que acompanha o menino nas apresentações, diz que “têm dias que ele leva cerca de duas horas para sair da escola”.
No entanto, o enorme sucesso não fez com que Jotta A perdesse a identidade cristã que sempre teve. Ele conta que, quando foi incentivado pela família a participar do programa, recebeu total apoio da igreja e do pastor. “A igreja se colocou em oração e sempre tive o apoio do meu pastor”, destaca.
O compromisso que tem com o ministério e o talento que Deus lhe deu, fazem com que as apresentações de Jotta A sejam realmente diferentes. Ele diz que nas apresentações no programa sentiu que algo diferente acontecia naquele palco. “Quando eu canto, sinto a presença de Deus e creio que a plateia também sentiu. O chão tremia. Foi algo tremendo!”, testifica.
Mesmo participando de um programa de auditório em rede nacional e pressionado pela mídia, Jotta A é enfático ao afirmar que não pretende cantar músicas seculares durante a competição. No próximo sábado (27), Jotta A vai interpretar um outro clássico mundial da música gospel. Mas, para não estragar a surpresa, decidimos não revelar aqui. Garantimos que valerá a pena conferir mais essa apresentação.
Sucesso e carreira
Fã da cantora Cassiane, ele conta que sempre gostou de ouvir suas canções e a primeira música que cantou, aos três anos de idade, foi Com muito louvor, grande sucesso da cantora pentecostal.
Pela potência vocal e técnica perfeita, Jotta A já vem recebendo comparações com o cantor Michael Jackson, quando ainda criança foi sucesso com o grupo The Jackson Five. Ao ser perguntado sobre a inevitável comparação, o menino diz que recebe bem, pois sempre admirou o trabalho do popstar.
Atualmente, o jovem adorador está preparando o próximo CD que será lançado em setembro, durante a Expocristã, em São Paulo. O primeiro trabalho foi gravado aos seis anos, com a produção de Alex Silva.
Mesmo que a maioria das pessoas não cogitem a possibilidade de que Jotta A não vença o programa, o menino diz que , caso isso aconteça, sempre continuará tentando e seguirá a carreira como cantor gospel, mas sem deixar de lado a intimidade que tem com o Senhor. “É algo que busco ter sempre. Todas as vezes, antes de me apresentar, faço minha oração e digo: ‘Senhor, a glória é para Ti!’”, finaliza.
Assista aqui a apresentação de Jotta A.
Por Sandra Freitas
Redação CPAD News

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Vida Eclesiástica


Por Auberan Varela

Amados irmão!
Esta semana, tratando sobre vida profissional iremos falar de um tema que geralmente quando pensamos em profissão, não é uma das primeiras coisas que vem a nossa mente, mas é uma das coisas mais lindas em que o homem se disponhe trabalhar: A Vida Eclesiástica.

Indiscutivemente dedicar sua vida a cuidar das coisas de Deus é a coisa mais maravilhosa que o homem pode fazer. O homem que se disponhe a dedicar sua vida a trabalhar para Deus, segundo a vontade do Criador, certamente passa por momentos também difícieis como em qualquer profissão, e também momentos bons dos quais lembra com prazer. Mas servir a um Deus justo e fiel é algo muito sublime e recompensador. Podemos ter um patrão muito bom em nossa vida profissional, verdadeiramente tem empresas cujos donos e/ou gestores são pessoas excelentes e tratam muito bem seus subordinados. Sei disso pois convivo com pessoas assim. Mas Ter como chefe direto um Deus de Amor e Misericória, não há com que se compare.

Dedica-se integralmente a obra do Senhor é cumprir um chamado. E para isso precisamos ter dedicação, um vida integra e de bom testemunho, como nos instrui a palavra de Deus em 1 Timóteo 3-1.13:

1  Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.
2  Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
3  Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;
4  Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
5  (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);
6  Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.
7  Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.
8  Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância;
9  Guardando o mistério da fé numa consciência pura.
10 E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis.
11 Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo.
12 Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas.
13 Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.

Este texto nos ensina ser uma pessoa moderada e humilde ao mesmo tempo que nos instrui a mantém boa reputação diante das pessoas dentro e fora da igreja. Na verdade esse modelo de comportamento deve ser buscado por todos os cristão independente de sua profissão ser eclesiástica ou não.
Embora ninguém possa ser considerado perfeito em relação as qualificações deste texto, todos devemos aspirar a possuí-las. Para isso, peça a Deus que o capacite a crescer em todas essas áreas para que você possa ser um líder que agrade a Ele. E para ter o conhecimento necessário é muito importante ler a bíblia, não somente em 1 Timóteo, mas em toda a bíblia há ensinamentos para nossa vida. É estudando a palavra de Deus revelada que aprendemos crescer na graça e no conhecimento.

Um boa semana a todos e uma boa reflexão sobre o tema!
Que a graça e a paz do Senhor Jesus estejam com todos!

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Amazing Grace

Por Anderson Penha

Olá povo de Deus!!
Fica a dica de vídeo, o hino "Amazing Grace" cantado por Il Divo.




Fica na paz!!

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17 DICAS PARA OS MÚSICOS

Por Eliasibe de Jesus



1- O músico precisa aprender a se “MIXAR” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.

2- Todo músico deve treinar PRÁTICA DE CONJUNTO se quiser amadurecer mais rapidamente.

3- A TEORIA MUSICAL é fundamentalmente necessária, mas entre a teoria e a prática há uma distância que poucos querem percorrer.

4- “Um bom médico não é aquele que receita um remédio sem saber o que está fazendo. Um bom músico não é aquele que TOCA SEM SABER O QUE FAZ”.

5- AUTODIDATA – Há um engano no uso deste termo, pois há muitos analfabetos musicais dizendo-se autodidatas (uma desculpa para a preguiça). Autodidata é aquele que estuda sem um professor, mas estuda.

6- Uns falam antes de tocar algo, outros TOCAM ANTES DE FALAR ALGO. Eis a diferença entre “músicos” e músicos.

7- O músico deve aprender a conduzir uma MÚSICA COMO ELA É e não como ele acha que deve ser. Isto é MATURIDADE.

8- Há músicas em que o METRÔNOMO só serve para o primeiro compasso, porque necessitam de uma INTERPRETAÇÃO FLEXÍVEL.

9- A PULSAÇÃO RÍTMICA, bem como o andamento, são para serem sentidos e não ouvidos. Este princípio é para todos os músicos, mas fundamental para bateristas e percussionistas.

10- Acompanhar um cântico é antes de tudo uma prática de HUMILDADE E SENSIBILIDADE. Nas igrejas, geralmente, os músicos querem mostrar toda a sua técnica em hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir, ou seja, economize informações musicais.

11- Há uma tendência atual de supervalorizar a VELOCIDADE DO MÚSICO, quantas notas ele executa por tempo. Velocidade não é sinônimo de bom músico. O bom músico é aquele que tem a sensibilidade de fazer a coisa certa na hora certa. A velocidade é uma consequência.

12- A TÉCNICA deve ser estudada e sempre aprimorada, mas lembre-se de que é um meio de facilitar a execução da música e não um meio de EXIBICIONISMO.

13- Uma boa maneira de aprimorar a interpretação é APRENDER PRIMEIRO A SE OUVIR, DEPOIS EXECUTAR. Tem gente que canta e toca e não sabe o que está fazendo; acostume então a gravar o que é executado e seja autocrítico, estude, grave e ouça o que estudou; com o tempo você encontrará a forma ideal para a sua execução.

14- Lembre-se: PAUSA também é música, portanto, “não sole na pausa”.

15- A música possui três elementos básicos: HARMONIA, MELODIA E RITMO. Procure distribuir os instrumentos musicais no arranjo conforme estes elementos. Há instrumentos harmônicos e melódicos, há somente melódicos, há rítmicos e instrumentos que fazem os três, mas defina no ensaio ou arranjo, quais serão os devidos “papéis” para cada instrumento.

16- A ESCOLHA DO TOM DE UMA MÚSICA depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Outra observação é que o tom pode influenciar na sonorização da música vocal com acompanhamento. O problema é que muitos confundem. Na música instrumental, a técnica e a expressão são mais exigidas porque as notas devem transmitir algo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.

17- VERSATILIDADE – Procure ser o mais possível. Saiba ouvir vários estilos, do erudito ao moderno, ouça com ouvido crítico e analítico. Saiba ouvir. Extraia coisas boas de cada estilo. Outro detalhe é o músico não ficar “preso” somente ao seu instrumento, saiba apreciar a forma de execução como sonoridade e fraseado de outros instrumentos.

Deus abençoe!

Ronaldo Bezerra

Extraído do site: www.ronaldobezerra.com.br



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Lidando com o bullying numa perspectiva cristã

Por Cintya Machado

Definindo o Bullying


Bullying significa uma ação intencional eletrônica, escrita, verbal ou física, ou uma série de atos, dirigidos a outra pessoa ou pessoas, repetidamente, por um período de tempo que seja severo, persistente e dominante, e que envolva os seguintes efeitos:

1. Ameaça física;
2. Danificar, extorquir ou tomar a propriedade pessoal da pessoa;
3. Colocar o outro num estado de medo contra alguma ameaça física;
4. Criar um ambiente intimidador ou hostil que interfira substancialmente nas oportunidades educacionais de um aluno ou aluna.

Ou seja, o ato de bullying é uma forma de agredir ou ameaçar agredir, e com isso provocar um medo tal no aluno ou aluna que ele/ela se veja completamente sem alternativa para agir de acordo com a própria vontade, por medo de retaliação. É o ato de dominar a mente do outro pelo medo.

Acontece que esse tipo de comportamento não é novidade. Em todas as épocas, sempre há alguém na escola que sofre algum tipo de preconceito, de vergonha, de agressão física, verbal, emocional. O problema é que parece que na época em que vivemos, as pessoas se tornaram mais conscientes de seus direitos e deveres (algumas vezes até exageradamente), e ao mesmo tempo, por uma série de razões, os agressores estão se tornando cada vez mais cruéis. E isso tem causado cenas de violência impensadas: alunas esfaqueando outras alunas, meninos estuprando meninas, adolescentes espancando crianças. Parece que a crueldade não tem limites.

Por que as pessoas praticam o bullying?

As pessoas que gostam de intimidar as outras normalmente são originárias de lares com um nível de disciplina física muito forte, alto e até sem limites. Eles trazem consigo ressentimentos e mágoas do que acontece em seus lares ou contextos, e dominar os que são vistos como mais fracos que eles mesmos os faz se sentirem mais poderosos.

Por isso, é importante lembrar que a maioria deles não machuca os outros somente pelo prazer de machucar, mas porque em geral querem satisfazer suas próprias vontades. Como passam muita pressão em casa, como sofrem sem ter capacidade de agir de maneira diferente, eles precisam de um meio de mostrar que ainda são capazes de cuidarem de suas próprias necessidades. Como são vítimas em outras arenas, usam a escola como o local de demonstrar seu poder por meio de táticas que manipulam pelo medo e pela brutalidade desenfreada. A pessoa que intimida as outras é, em geral, alguém que tem falta de autoestima.

Ela não apresenta a capacidade de ter empatia com os outros, e está mais preocupada com seus próprios interesses e necessidades. A maior parte do tempo acredita que não está fazendo nada de errado, e justifica seus atos colocando a culpa nos outros: “Foi ele que começou”, “Ela me desafiou”, “Eles fizeram…”, etc.

Ela vê a pessoa mais fraca como a “presa” e colocam sobre elas suas próprias dificuldades e traumas. Além disso, por terem baixa autoestima, adoram audiência e atrair a atenção. Isso a torna importante.

Quem são as vítimas?
Qualquer pessoa pode ser vítima desse tipo de atitude. Contudo, normalmente, isso ocorre contra aqueles que são diferentes de alguma maneira – mais novo, mais jovem, mais tímido, alguém de uma raça ou cultura diferente, que parece ser diferente, ou que tenha algum aspecto físico que se destaca, ou portador de alguma necessidade física ou mental.

Por que as vítimas não falam o que está acontecendo?
Provavelmente porque ficam envergonhadas de serem intimidadas daquela forma, ou por medo de retaliação. Por causa do medo que sentem, elas acham que ninguém vai ser capaz de fazer alguma coisa, e que não devem entregar ninguém. Muitas vezes, não possuem capacidade de tomar decisões por si mesmas, e se manter firmes a elas.

Lidando com o agressor
Frequentemente, as pessoas descontam seus ressentimentos em outras pessoas. Contudo, normalmente, a pessoa está frustrada por alguma outra coisa, e nós nos estamos como alvo mais perto. Lutar de volta, ou devolver a agressão, não é a melhor solução. Quando estava passando por dificuldades, por problemas, sendo perseguido por Saul, de uma maneira parecida que acontece quando alguém mais forte intimida alguém mais fraco, a Bíblia diz que ele “recebeu forças do Senhor” (I Samuel 30:6, Bíblia Viva).

No entanto, é importante destacar que mesmo que não respondamos a bullying jogando uma pedra na cabeça dos agressores, devemos lembrar que nossa força não é de nós mesmos, mas está em Deus que nos ama. Isso pode dar confiança para continuar, mesmo que nossa força seja pouca.

Quanto à resposta cristã de virar a outra face, é preciso pontuar algo quando as vítimas são as crianças. Os pais cristãos não podem simplesmente enviar seus filhos de volta ao olho do furacão armados apenas com a ideia de que precisam continuar aceitando aquele tipo de tratamento, em detrimento de seu bem estar.

As crianças precisam ser encorajadas a encontrar um ponto onde estejam seguras antes de pensar em como reagir ao agressor. No caso do bullying, esse princípio de virar a outra face pode ser aplicado por meio de encontrar uma resposta na qual o amor de Deus possa libertar a pessoa que é agressiva a uma nova realidade.


Um caminho seguro para lidar com alguém que comete bullying, depois de ter alcançado uma posição de segurança, é orar pelo agressor, pedindo para Deus perdoá-lo, e também para Deus ajudar seu filho, ou você, a perdoar também. Depois, procurar amar o agressor – dar uma resposta branda quando enfrenta a fúria é sempre uma maneira de causar mudança na vida da pessoa. Mas, e isso é o mais importante, os filhos não devem procurar estar sempre perto do agressor, antes de haver demonstração de alguma mudança. Isso não é seguro. Mas, o ponto mais importante é depositar confiança na promessa de Deus de que cuidaria de você. Por isso, pode ter certeza de que nunca está sozinho, mesmo se não tiver ninguém ao redor. Deus estará sempre ao lado.

O que os pais e/ou responsáveis devem fazer:
Esteja atento e preste atenção aos comportamentos de seu filho. Leve a sério as reclamações sobre bullying. Isso é um problema sério, e as vítimas desse tipo de tratamento devem ter a segurança garantida.
Aja para resolver o problema. Aja imediata e apropriadamente para proteger a vítima. Quanto mais tempo continuar o bullying, mais perigoso ele se torna.
Entre em contato com os professores da criança, os administradores e diretos da escola. Contate-os para que tomem providências apropriadas para parar o processo de ofensas e agressões com a criança, e a protejam. Se não for suficiente, retire por algum tempo a criança da escola, e tome atitudes mais drásticas.
Ir a Deus quando sofremos agressão da parte de uma pessoa violenta nos dá entendimento, paciência e, acima de tudo, coragem. A melhor resposta nesses momentos é fazer uma rápida oração.

Lembre-se que não podemos controlar as pessoas difíceis, nem podemos mudá-las. Mas, com a ajuda de Deus, podemos entendê-las melhor e encontrar uma maneira de lidar com elas.
Sei que ainda há muito o que falar sobre o tema. Se alguém em sua família ou conhecidos está passando por essa dificuldade, procure informações. Há muitas disponíveis por aí. Esse texto foi apenas para pontuar algumas coisas que considero importante na hora de lidar com o bullying, sob uma perspectiva cristã.

Quero terminar com um verso bíblico que mostra como Paulo lidou com isso: “Na primeira vez em que fiz a minha defesa diante das autoridades, ninguém ficou comigo; todos me abandonaram. Espero que Deus não ponha isso na conta deles! Mas o Senhor ficou comigo, me deu força para que eu pudesse anunciar a mensagem completa a todos os não-judeus e me livrou de ser condenado à morte. O Senhor me livrará de todo mal e me levará em segurança para o seu Reino celestial. A ele seja dada a glória para todo o sempre! Amém!” (2 Timóteo 4:16).

Que Deus abençoe sua família!
Osmar Reis Junior- Psicólogo do CEAFA




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A Segunda Chance

Por Anderson Penha

Bom dia povo de Deus! Deixo com dica da semana o filme "A Segunda Chance". Uma bela história de dois homens muito diferentes que aprenderam juntos uma lição importante sobre a verdadeira função da igreja. O longa Já virou notícia em diversas revistas e portais Cristãos, por ser a estréia do cantor Gospel Michael W. Smith no cinema. 


A sinopse de The Second Chance conta a história de dois homens, um de uma igreja de brancos e outro de uma igreja de negros, e que começam a trabalhar num projeto de restauração de um subúrbio nos Estados Unidos. Durante esse tempo juntos, os dois líderes e as suas congregações, descobrem as diferenças na forma de evangelismo de trabalho com grupos diferenciados. A forma de pensar, a criação, a própria estrutura das igrejas e a experiência de cada um, leva a tomadas diferentes de decisão, que afetam as pessoas de uma forma nunca imaginada.


O filme remete a reflexões sérias sobre questões sociais (tráfico, desigualdade) e a participação das comunidades cristãs. Considero um ponto importante o fato de que o \astro\ Michael Smith não tenha assumido um papel de excessivo destaque, deixando muito espaço para Jeff Obafemi Carr (Jake).


O filme que conta a história de dois homens muito diferentes que aprenderam juntos uma lição importante sobre a verdadeira função da igreja. Ethan Jenkins (Michael W. Smith) é um homem com seus trinta anos. Depois de se desgastar viajando como músico, resolveu voltar e trabalhar com seu pai. Seu pai é Jeremiah Jenkins, um pastor conhecido e respeitado como o principal líder da \Chuch the Rock\ uma super igreja, que tem os cultos transmitidos pela TV, mas que na verdade parece uma produtora. Ethan é consagrado a pastor suplente da “Chuch the Rock”, e passa a viver o ministério como um negócio, não como um chamado para abençoar vidas da comunidade. Diante da situação, Jeremiah decide que seu filho precisa aprender um pouco mais sobre o que é o trabalho de uma igreja e o envia para auxiliar na, 'Second Chance Community Church', igreja que ajudou a implantar nos anos 60.


Nessa nova experiência Ethan conhece Jake (Jeff Obafemi Carr) que pastoreia a Second Chance Community Church, que luta para manter a unidade da igreja e a paz de uma comunidade, que mais parece uma zona de guerra e sofre com a violência, o tráfico de drogas e os desmando das quadrilhas. Mas os dois pastores mesmo professando a mesma fé e com o mesmo objetivo vão bater de frente, pois ambos tem formas diferentes de trabalhar. Porém para que a igreja seja restaurada e pessoas da comunidade sejam salvas, eles terão que aprender o verdadeiro sentido da igreja e vencer seus próprios conceitos e temperamentos para cumprirem o propósito de Deus.




Fica na paz de Deus!!

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EMPECILHOS À VERDADEIRA ADORAÇÃO


Por Eliasibe de Jesus

O simples fato de pessoas se dizendo crentes realizarem um culto, não é nenhuma garantia de que haja aí verdadeira adoração, nem que Deus aceite seu louvor e ouça suas orações.

(1) Se a adoração a Deus é mera formalidade, somente externa, e se o coração do povo de Deus está longe dEle, tal adoração não será aceita por Ele.

Cristo repreendeu severamente os fariseus por sua hipocrisia; eles observavam a lei de Deus por legalismo, enquanto seus corações estavam longe dEle (Mt 15.7-9; 23.23-28; Mc 7.5-7). Note a censura semelhante que Ele dirigiu à igreja de Éfeso, que adorava o Senhor mas já não o amava plenamente (Ap 2.1-5).

(2) Outro impedimento à verdadeira adoração é um modo de vida comprometido com o mundanismo, pecado e imoralidade. Deus recusou os sacrifícios do rei Saul porque este desobedeceu ao seu mandamento (1Sm 15.1-23). Isaías repreendeu severamente o povo de Deus como “nação pecadora... povo carregado da iniquidade da semente de malignos” (Is 1.4); ao mesmo tempo, porém esse mesmo povo oferecia sacrifícios a Deus e comemorava seus dias santos.

Por isso, o Senhor declarou através de Isaías: “As vossas festas da lua nova, e as vossas solenidades, as aborrece a minha alma; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue” (Is 1.14,15).

Semelhantemente, na igreja do NT, Jesus conclamou os adoradores em Sardes a se despertarem, porque “não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Ap 3.2). Da mesma maneira, Tiago indica que Deus não atenderá as orações egoístas daqueles que não se separam do mundo (Tg 4.1-5).

O povo de Deus só pode ter certeza que Deus estará presente à sua adoração e a aceitará, quando esse povo tiver mãos limpas e coração puro (Sl 24.3,4; Tg 4.8).

Deus abençoe a todos.

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

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EVANGELISMO NA PRAÇA - GRUPO HELCAI


 Por Michele Dantas


Foi uma benção quem foi pode comprovar o agir de Deus tanto de quem estava passando pelo local quanto de quem estava a frente desse  trabalho.

Os frutos foram colhidos, almas se renderam aos pés de Jesus confessando que ele é o único e suficiente salvador de suas vidas.  Foi uma chuva de glória de Deus. Um jovem não aguentou o qubrantamento de Deus em sua vida, muito emocionado com as mensagens da bíblia que foram comentadas e os hinos de engrandecimento ao nome do Senhor, o jovem Esaú aceitou a Jesus. Foi um momento de muita alegria.
A jovem Débora do DEJAD conduziu o trabalho durante a tarde contou-se também com a colaboração do Pb. Guilherme Henrique, Ir. Jailton Rodrigues, Ir. Júnior, Maestro Ir. Samuel, entre outros.


Confiram as fotos desta tarde tão abençoada onde as sementes em muitas vidas foram plantadas.
















Fiquem na paz do Senhor!




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