A angústia na vida do Cristão


Por Cintya Machado


A angústia é um fenômeno difuso que faz parte da vida de todo ser humano; é uma experiência ligada às questões existenciais que se difere, por exemplo, dos sentimentos de medo e ansiedade. O termo “angústia” tem sua origem do latim angustus que, segundo Bueno (1968), significa estreito, apertado, afogar, sentimento de desconforto, apreensão ou ainda, tristeza e sofrimento moral.



De acordo com Mandruszka e Schotte (1979), citado por Giovanetti (2000), esse termo surge a partir de uma certa vivência corporal de ser no espaço, significando um estreitamento da vivência, de onde provém a expressão clássica de ‘aperto no peito’. É possível definir o que se sente, apesar de não ter clareza sobre o que provoca essa sensação. É possível também se localizar corporalmente a angústia: geralmente as pessoas se referem ao aperto no peito, não há registro de que alguém a tenha localizado em outra parte do corpo.

Este caráter de indefinição do objeto causador da angústia se apresenta como uma das principais características diferenciadoras entre os termos angústia e medo.

Kierkegaard (1972), afirma que no medo tem-se certa clareza de que é uma emoção que possui um objeto, isto é, sente-se medo de algo possível de ser definido, concreto, ao contrário da angústia onde não se tem clareza do objeto que a evoca.

Sendo assim, a partir do momento em que se descobre o objeto causa do medo, torna-se possível evitar ou mesmo enfrentar tal objeto e controlar essa sensação. Ao passo que, na angústia, a dificuldade em se ter clareza de seu objeto faz com que o ser permaneça em seu estado de angústia e tenha dificuldade de se livrar dela.

Já na diferenciação de angústia e ansiedade, Giovanetti (2000), citando Rojas (1977), diz que a angústia tem sempre manifestações somáticas mais marcadas, ao passo que a ansiedade se desenvolve em um nível fundamentalmente psicológico. Destacando que a angústia detém, se comparada à ansiedade, um caráter mais profundo do ser humano, enquanto que a ansiedade pode revelar dificuldades psicológicas de enfrentar determinados obstáculos.

Existem vários tipos de leitura acerca da angústia; a leitura psicológica ou nosológica, segundo Giovanetti (2000), reduz sua compreensão às manifestações clínicas e psicopatológicas atentando para os sintomas que a angústia apresenta, no intuito de encontrar uma cura para o sofrimento causado, através de métodos que controlem os sintomas, removendo a angústia; já a leitura ontológica considera a angústia enquanto um fenômeno que atinge todo ser enquanto perda do fundamento pessoal da existência e, conseqüentemente, do sentido da vida, compreendendo a angústia enquanto inerente ao ser e, como tal, não há o que se curar porque não há como remover a angústia do ser. Isto é possível de se entender na medida em que o ser humano tem dificuldade de responder a perguntas como: de onde vim, com que objetivo e para onde vou?

Como cristãos neste ponto temos tranqüilidade, pois sabemos de onde viemos (Gn 2.7), com o objetivo de ser fecundo, multiplicar, encher a terra e sujeitá-la, dominar sobre todo animal que rasteja sobre a terra (Gn 1.28), e também sabemos que iremos para junto dele e viveremos eternamente ali caso o tenhamos aceitado genuinamente como Senhor e Salvador de nossas vidas. Mas, apesar disso, muitos cristãos têm se angustiado pela inversão de valores que vivemos hoje mesmo dentro da igreja, pois valorizamos mais as coisas que as pessoas e buscamos socorro nos canais e não na fonte que é Deus.

Isto são coisas que nos fazem perder o foco e nos angustiar, pois esquecemos que temos um legislador que é justo e que qualquer petição levada até Ele será julgada justamente (Sl 19.9b). Devemos refletir sobre o que tem nos angustiado, pois, não raro, ouvimos crentes afirmando estarem deprimidos, desanimados, que esfriaram. Deus não mudou, não dormiu, não nos deu as costas o que nos afasta dele é nosso pecado. Lembremos do seguinte: “Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.” (Mt 12.32.)

Pensemos nisto, se na nossa angústia não temos feito aquilo que o Senhor disse não nos perdoará.

Escrito por: Lilian Pacheco - Psicóloga de Jovens

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VAI EVANGELIZAR?


 Por Michele Dantas

Se você jovem vai evangelizar guarde dicas fundamentais para não ser pego de surpresa. São 4 passos que podem ajudar muito.



1° PASSO - DEUS TE AMA
A pessoa com que devemos estabelecer uma conversa precisa saber que Deus a ama, é feito criatura imagem e semelhança do pai.
Amor igual ao que ele teve por nós não há. Em João 3:16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho único, para todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna". Deus prova seu amor, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5:8).

2° PASSO - TODOS SÃO PECADORES
A pessoa que está sendo envangelizada reforça que não precisa de salvação, por que está muito bem vivendo do jeito que está. Muitas vezes envolvidos com drogas, bebidas, palavras torpes, mas a palavra de Deus nos diz em Romanos 3:23 "Por que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". Enfatizamos que se homem continuar enverando por esses caminhos pode pagar um preço muito alto, afinal o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23).

3° PASSO - DEUS PROVIDENTE
Deus enviou uma providência, para que por meio do seu filho Jesus Cristo, nós podessemos alcançar a salvação. como diz em gálatas 3:4-5 "Mas vindo a pelnitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos".
As pessoa tentam justificarem sua salvação por meio de obras, dizendo que fez caridade assim, alí acolá, mas a salvação não vem de outra parte se não da graça de Deus; "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus, não vem das obras, para que niguém se glorie" (Efésios 2:8-9).

4° PASSO - É NECESSÁRIO TOMAR UMA DECISÃO
As pessoas questionam muito sobre ter que aceitar a Jesus diante da igreja, muitos por orgulho, outros por vergonha deixam de confessar que Jesus é o seu único e suficiente salvador. Mas a palavra de Deus nos diz a esse respeito que "Portanto, aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante do meu pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens eu o negarei diante do meu pai, que está nos céus" (Mateus 10: 32-33)
Deve-se confessar com a boca e com o coração que cremos que em Jesus Cristo há salvação - "A saber: se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, em teu coração creres que Deus o ressussitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o caração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação" (Romanos 10:9-10) 


A paz do Senhor!

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Propósito e Paixão


Por Auberan Varela

Irmãos, convido-lhes a fazer uma reflexão sobre uma característica extremamente importante para quem deseja vencer em sua vida profissional. Independente de qual seja sua profissão, que rumo profissional você seguiu uma coisa é de fundamental para o seu sucesso: A determinação com a qual você realiza suas atividades. Inevitavelmente você irá bem naquela atividade que desenvolver com propósito e com paixão.

A bíblia nos mostra a história de um homem que viveu com propósito e com paixão aquilo que determinou para sua vida, atendendo a um chamado de Deus. Este homem é paulo que em duas décadas de ministério fez uma quantidade impressionante de coisas. Mas o que o motivava a fazer o trabalho que realizou? O que o fazia funcionar? 

Podemos entender um puco o que motivava Paulo meditando no texto bíblico que encontra-se em Filipenses 3.7-9.

7 Mas, o que para mim era ganho, reputei-o perda por Cristo.
8 E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo,
9 E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;

Paulo tinha um objetivo, seguir a Cristo, e isso o motivada, seu propósito e sua paixão para atingir este objetivo eram tanto que ele reputou tudo que para ele era ganho, só por amor a Cristo. E foi este comportamento que o fez vitorioso atingir o seu alvo. Paulo não tinha problema algum em jogar fora tudo que tinha conquistado e trocar isso pelo conhecimento de Cristo.

E é esse propósito e essa paixão que a bíblia nos ensina a ter através dessa mensagem de Paulo. O cristão deve em tudo que faz ter essa determinação. Tomando como exemplo homens da bíblia podemos aprender como nos comportar em nossa vida profissional. 

Tomemos o exemplo deste homem de Deus e façamos uma reflexão sobre qual é o nosso propósito? aquela causa que você defende acima de todas as outras? porque você sai da cama toda manhã? qual é o seu propósito na vida? O que lhe mantem no trabalho que você desenvolve atualmente? Encontra as respostas para estas perguntas. Faça uma avaliação pessoal e então encontre o propósito e a paixão necessária para desenvolver da melhor forma a sua atividade profissional. E dessa forma seja um vencedor! E lembre-se: Buscai primeiro a sabedoria que vem de Deus e as demais coisas vem em seguida.

Que a paz do Senhor esteja com todos! Boa semana e boa reflexão!


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Num piscar de olhos


Por Anderson Penha

Aquelas que deveriam ser as férias perfeitas transformam-se em uma terrível encruzilhada para o detetive David Ramsey (David A.R. White). A bordo de um iate particular no mar do México, sua esposa e amigos desaparecem misteriosamente. A situação se complica quando o chefe de polícia de David (Eric Roberts) o alerta sobre uma ligação criminosa entre o capitão do barco e seu proprietário. Preso em uma série de visões sobrenaturais, o detetive Ramsey não percebe que uma nova oportunidade de tomar a decisão que determinará seu futuro está sendo lhe dada.
Seriam mesmo verdadeiras as profecias bíblicas da Antiguidade a respeito de um iminente apocalipse?
Agora David luta desesperadamente para desvendar a verdade, antes que seja tarde demais.
Assista ao trailer desse longa:


Fica na paz de Deus!

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PRE NUP

 Por Michele Dantas



         Você Jovem, está noivo, pensado em se casar? Não perca tempo, participe do curso preparatório Pré nupcial - PRENUP, realizado pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Natal - Templo Central. As vagas se estendem também para os recém casados. Vejam!






INSCRIÇÕES PARA A TURMA DE SETEMBRO JÁ ESTÃO ABERTAS.
INSCRIÇÕES:
Secretaria Geral da IEADERN
De segunda a sexta - Das 08h às 17h
Fone:3311-4605
Investimento:
R$ 30,00/casal
Reservaremos algumas vagas para casais com até 1 ano de casado.
DOCENTES:
Pastores, Psicólogos, Médicos, Administradores,Advogados.

Carga Horária: 12h - 2 sábados alternados (15 às 21h, com intervalo para lanche)

As aulas ocorrerão nos dias 10 e 24 de Setembro de 2011 

A paz do Senhor!

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O Cristão e o Seu Dinheiro


Por Auberan Varela 


Irmãos, esta semana resolvi postar uma publicação muito interessante que li na internet sobre o cristão e o seu dinheiro escrita por Dennis Allan.
A publicação foi retirada do site: http://www.estudosdabiblia.net/d65.htm
É uma leitura muito boa para nossa reflexão:

  

A Bolsa de Valores sobe! Juros caem! Inflação voltará? Crise eco- nômica preocupa o governo! As manchetes nos jornais, revistas e programas de televisão não param de falar sobre dinheiro. No Brasil, como em muitos outros países, governos são eleitos e desfeitos por circunstâncias e políticas econômicas.

Mas, essa preocupação com dinheiro não é assunto exclusivo do governo. Muitas igrejas, também, se dedicam à busca do dinheiro. Algumas enfatizam a procura da prosperidade na vida dos adeptos, e muitas mostram uma preocupação muito grande em arrecadar dinheiro para a própria igreja. A maioria das pessoas vive numa constante agitação por causa de diversos problemas financeiros—contas já vencidas, desejos de receber aumentos salariais, dívidas assutadoras. O que Deus ensina para nos ajudar no meio de tanta preocupação sobre o dinheiro? Vamos examinar alguns princípios bíblicos que vão nos ajudar a fazermos a vontade de Deus na aquisição e uso do dinheiro. A Bíblia fala muito sobre esse assunto; por isso, este artigo contém muitas citações bíblicas. Por favor, tome o tempo necessário para ler cada passagem e confirmar que o ensinamento aqui é de Deus, não de meros homens.

O dinheiro é nossa ferramenta, não nosso dono
Muitas pessoas são escravas do dinheiro. Lutam tanto para ter dinheiro que nem têm tempo para gozar da sua prosperidade! O desejo de ter coisas e acumular riquezas domina a vida de muita gente. Você já ouviu alguém falar sobre as posses de Bill Gates ou outro rico com tom de inveja na voz? O servo de Deus precisa reconhecer que o dinheiro é uma ferramenta que deve ser empregada em boas obras, e não nosso senhor. Uma das táticas mais eficazes do diabo é apagar o zelo do cristão com preocupações financeiras (Mateus 13:22). Jesus ensinou claramente que nós temos que escolher entre dois senhores (Mateus 6:19-34).

Mas, muitas pessoas se tornam escravas do dinheiro por acumular dívidas. Por que alguém assinaria um papel para assumir dívida e pagar juros— às vezes tão altos que acabam multiplicando o custo da compra? Os problemas mais comuns com dívida são: 
Motivos errados: avareza, cobiça e inveja (Provérbios 23:1-5; Tiago 4:2-4). Em vez de trabalhar e exercer domínio próprio para poupar dinheiro e comprar à vista, pessoas se enganam e pagam prestações para obter as coisas imediatamente.  Procedimento errado: desonestidade. A pessoa que promete pagar é obrigada cumprir a promessa. Aquele que promete e não paga está pecando. Quem promete quando sabe que não tem condições para pagar é um mentiroso indigno da vocação a que fomos chamados (Efésios 4:1,25; Mateus 5:37). Vida desordenada: falta de administração. Ao invés de cuidar das suas obrigações como Deus mandou, o devedor acaba sendo dominado por outros (Provérbios 22:7). Falta domínio próprio, uma das qualidades essenciais da vida cristã (Gálatas 5:23; 2 Pedro 1:6).

Os servos de Deus precisam entender bem alguns princípios que a Bíblia ensina sobre o dinheiro, para não serem enganados e escravizados ao dinheiro. Aprendemos nas Escrituras que nunca devemos pôr nossa confiança nas riquezas (1 Timóteo 6:17-19; Provérbios 11:28; Lucas 12:15-21; 1 Timóteo 6:4-11). O dinheiro não é fonte de alegria ou contentamento (Provérbios 15:16-17; Eclesiastes 5:10-11). Apesar das doutrinas de muitas igrejas hoje que dizem que a prosperidade é evidência da fidelidade, a Bíblia ensina que nem riqueza nem pobreza, por si só, nos faz melhor servos de Deus. É bom ter o suficiente, mas não o excesso (Provérbios 30:7-9).

Honestos no trabalho e nas finanças
Há muita preguiça e desonestidade no mundo, mas o discípulo de Cristo tem que tirar tais atitudes pecaminosas de sua vida. Devemos trabalhar honestamente e diligentemente, lembrando que o Senhor está nos observando (Colossenses 3:22-25; Provérbios 27:23-27). O preguiçoso está sempre se enrolando em negócios que, diz ele, trarão riquezas fáceis e rápidas. Homens sem entendimento têm cometido o mesmo erro por milhares de anos. “O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza. O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo.... Aquele que tem olhos invejosos corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a penúria” (Provérbios 28:19-20,22). O cristão precisa abandonar qualquer maneira desonesta de ganhar dinheiro e fazer “com as próprias mãos o que é bom” (Efésios 4:28).

Não somente no trabalho, mas em todos os negócios, devemos ser absolutamente honestos (Provérbios 10:2; 16:8; 20:17; 22:28). “Trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal” (Provérbios 21:6). A pessoa honesta evitará dívidas desonestas e excessivas (Provérbios 22:7,26-27). Ela pagará os devidos impostos e obedecerá as leis do governo (Mateus 22:17-21; Romanos 13:1-7; 1 Pedro 2:13-17). Não será gananciosa, nem oprimirá outros (Provérbios 28:8; Tiago 2:6-7; 5:1-6; Amós 8:4-6).

Cumprindo obrigações financeiras
O cristão deve administrar bem seu dinheiro, porque Deus lhe deu várias responsabilidades. A pessoa que usa seu dinheiro para servir da maneira que o Senhor quer está se preparando para estar com Deus para sempre (1 Timóteo 6:17-19; Lucas 16:1-13). Considere algumas responsabilidades — ou, melhor, privilégios — que ele deu aos seus servos.

Participar do trabalho da igreja: Desde o início, a igreja do Senhor tem recebido e usado dinheiro no seu trabalho. No Novo Testamento, aprendemos que a igreja recebeu dinheiro por ofertas voluntárias (Atos 4:32-37) dadas no primeiro dia da semana (1 Coríntios 16:1-4). Essas coletas foram feitas em cada congregação local, e a própria congregação empregou o dinheiro no trabalho autorizado por Deus. (Uma igreja que manda dinheiro para alguma sede, matriz ou igreja mãe, ou que sustenta algum tipo de instituição criada por homens está fugindo do padrão bíblico.) Cada cristão tem a responsabilidade de dar “conforme a sua prosperidade” (1 Coríntios 16:2), “segundo tiver proposto no coração” “com alegria” (2 Coríntios 9:7). Enquanto o Novo Testamento não exige o dízimo (que foi um valor obrigatório para os judeus sob a lei de Moisés), não devemos pensar que Deus quer só as migalhas que sobram depois de nos fartar. Jesus elogiou o espírito de sacrifício da viúva pobre (Lucas 21:1-4). Paulo agradeceu o sacrifício dos filipenses como uma oferta agradável a Deus (Filipenses 4:18). Ele elogiou os irmãos da Macedônia por sua generosidade, dizendo que “deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor” (2 Coríntios 8:5). Eles descobriram a chave da generosidade. A pessoa que recusa dar liberalmente tem esquecido que Jesus deu a própria vida para nos resgatar. Devemos sacrificar com alegria!

Sustentar a família: Numa época em que muitas famílias sofrem por causa da preguiça e irresponsabilidade de homens, devemos lembrar que quem é convertido a Cristo vai se transformar. Paulo confrontou esse problema de homens ociosos em tessalônica, e os sacudiu com palavras claras: “...e a diligenciardes por viver tranqüilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar” (1 Tessalonicenses 4:11-12); “Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma....determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão” (2 Tessalonicenses 3:10-12). Em outra carta, ele falou da obrigação de sustentar parentes, especialmente viúvas: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1 Timóteo 5:8).

Ajudar os necessitados: Como discípulos de Cristo, temos a responsabilidade de usar o nosso dinheiro para ajudar os necessitados. Generosidade faz parte do caráter do cristão verdadeiro. Devemos trabalhar para ter condições para ajudar outros (Efésios 4:28). Os que são abençoados com coisas materiais devem as usar para boas obras de caridade (1 Timóteo 6:17-18). Cada um de nós tem a responsabilidade de ajudar as viúvas e os órfãos (Tiago 1:27). Entre as coisas que Jesus vai examinar no julgamento é nossa benevolência para com outros (Mateus 25:35-46). Cada um responderá pelas coisas feitas nessa vida. Vamos meditar nos ensinamentos bíblicos para aprender como mostrar esse cuidado para os outros (leia Salmo 112:5-6; Mateus 19:21; 1 João 3:17). Sempre lembremos que o segundo grande mandamento é amar ao próximo (Mateus 22:39).

Motivos para ser bons administradores
Quando consideramos tudo que devemos fazer com nosso dinheiro, compreendemos a importância da boa administração financeira. Nosso dinheiro é uma ferramenta que devemos empregar para fazer a vontade de Deus. Somos privilegiados em participar do trabalho de uma igreja e em ter condições para sustentar a família e ajudar outras pessoas. E, no final das contas, qualquer sacrifício que oferecemos será nada em comparação com o sacrifíco de Jesus na cruz (Lucas 17:10).
- por Dennis Allan

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Músicos e cantores evangélicos: quais são as suas influências? Parte I

Por Eliasibe de Jesus

Este pensamento surgiu num momento em que lia entrevistas publicadas com bandas e cantores evangélicos. Falavam um pouco da sua história, trabalho e as suas influências musicais. Afinal, todo músico se espelha em alguém para adquirir conhecimento, melhorar a técnica para executar os seus instrumentos (incluindo a voz).

Em muitos sites e blogs, os músicos e cantores evangélicos escrevem que têm como influências musicais cantores, bandas e músicos seculares. E isso me deixou pensativo.

Afinal, qual é a intenção de um músico/cantor evangélico ouvir, estudar e até cantar músicas seculares? Talvez essa pergunta não possa ser respondida satisfatoriamente, pois somente Deus pode sondar os corações acerca da verdadeira intenção.

Será que a intenção é usar toda a técnica e o conhecimento musical adquiridos para louvar verdadeiramente a Deus? Ou será que é apenas para ser visto, ser elogiado, ser idolatrado, ter suas composições tocadas/cantadas em todos os lugares batendo todos os recordes de vendas e permanência no topo das paradas de sucesso, mesmo que não admitam estas intenções? É! Porque conheço pessoalmente músicos e cantores que embora digam que só querem louvar ao Senhor, na verdade só querem ser reconhecidos como virtuosos e performáticos servos do Senhor!

A música comprovadamente traz influências e mudanças nas vidas das pessoas. Ela tem o poder de afetar os pensamentos, os movimentos, as emoções, as vontades e até a saúde de um indivíduo. E para nós evangélicos, a música TEM que ser usada como uma ferramenta para edificação, transformação e adoração a Deus. E certamente não é isso que produz a música secular ou profana.

Afinal, qual seria a intenção do compositor (se é que posso chamar o cidadão de compositor!) daquela música que diz “...beber, cair e levantar...” Será que a intenção é que as pessoas procurem a mudança para suas vidas, que se arrependam das suas culpas e pecados e até mesmo adorem ao Senhor? - Ah, mas você está exagerando, Eliasibe! – você poderia me dizer - Eu, como músico cristão jamais perderia meu tempo ouvindo ou estudando estas músicas – Ok! É verdade! Talvez eu esteja exagerando. Fui ao extremo do que é música ruim e maléfica. Tudo bem!

Então, vejam o que diz uma música que tem melodia e letra aparentemente agradáveis aos nossos ouvidos e que foi composta por um artista considerado como uma referência de talento, bom gosto, genialidade e é apresentado como influência musical de muita gente, inclusive de alguns músicos evangélicos. Eu também já o admirei bastante, musicalmente falando. A música é intitulada SE. Vocês devem conhecer tanto a música como o compositor. Por favor, me perdoem por ter postado a letra da música, pois algumas frases são fortes, mas a intenção é deixá-los “chocados” mesmo. É um simples exemplo para que tenhamos idéia de como e por quem poderemos estar sendo influenciados ao executarmos/cantarmos músicas seculares.

Você disse que não sabe se não
Mas também não tem certeza que sim
Quer saber? Quando é assim
Deixa vir do coração
Você sabe que eu só penso em você
Você diz que vive pensando em mim
Pode ser
Se é assim
Você tem que largar a mão do não
Soltar essa louca, arder de paixão
Não há como doer pra decidir
Só dizer sim ou não
Mas você adora um se...

Eu levo a sério, mas você disfarça
Você me diz à beça e eu nessa de horror
E me remete ao frio que vem lá do sul
Insiste em zero a zero e eu quero um a um
Sei lá o que te dá que não quer meu calor
São Jorge por favor me empresta o dragão
Mais fácil aprender japonês em braile
Do que você decidir se dá ou não

Lendo e analisando friamente, percebe-se que o autor narra a intenção de uma pessoa que deseja manter relações sexuais com outra - e eu duvido que seja dentro do casamento - e esta outra pessoa parece dificultar toda a ação. Veja o que está embutido nesta música: prostituição ou adultério, libertinagem, lascívia, linguagem de baixo calão, e, de quebra, ainda vem a idolatria quando faz referência a São Jorge, que é reverenciado pelo catolicismo como o “Santo Guerreiro” e ao mesmo tempo no candomblé como um orixá chamado Oxóssi (na Bahia) e a Ogum no RJ, RS, PR, SP e em PE.

Continua na próxima semana!

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SECAP ZN


Por Auberan Varela

Fotos: Abidã Duarte
  
O DEJAD realizou neste mês de Agosto o 1° Seminário de Capacitação de Líderes de Jovens e Adolescentes da área II, na igreja pólo de Catarina I.

No Seminário foram realizadas palestras que abordaram temas importantes para a liderança, tais como: Liderança e ética para um novo tempo, ministrado pelo Pr. Gonzaga; Oficina de treinamento – Noções de planejamento, apresentada pelo palestrante José Arimatés; e Redes sociais virtuais, segundo ministração do Pr. Edson Moreira.

Durante os dois dias os temas foram apresentados e o público presente pode aproveitar a oportunidade de obter mais conhecimento de como realizar uma liderança participativa de forma ética, planejada e sintonizada com as tecnologias atuais.

Através dos temas apresentados nas palestras os lideres de jovens e adolescentes puderam aprender mais sobre a ética cristã na liderança recebendo ensinamentos sobre: A capacidade e a responsabilidade dada por Deus e como influenciar os jovens rumo aos objetivos de Deus. Foi abordada ainda a questão do planejamento nas atividades de liderança fundamentados em princípios blíblicos de planejamento, bem como apresentado fundamentos práticos de planejamento. A palestra sobre Redes Sociais (RS), apresentada no evento, trousse à tona o impacto que esta gama de novas tecnologias trás nas instituições e na sociedade. Este tema foi abordado de forma ampla dando ao líder cristão uma visão histórica sobre como surgiram as redes sociais e também como as pessoas são mais influentes a partir de então. Nesta palestra foi apresentada a importância da utilização das RS com responsabilidade e ainda como utilizar a RS como ferramenta para proclamação do evangelho.

Quem pôde estar presente nestes dois dias abençoados indiscutivelmente teve uma rica oportunidade de crescimento pessoal para sua atividade como líder cristão.
Portanto irmãos fiquem atentos e não percam a próxima oportunidade!!!

Confiram abaixo as fotos do evento: 

















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